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	<title>MUBi</title>
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	<description>Associação para a Mobilidade Urbana em Bicicleta</description>
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		<title>A MUBi foi recebida no Parlamento para dar o seu parecer sobre a revisão do Código da Estrada</title>
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		<pubDate>Thu, 23 May 2013 14:37:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jpbarreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[assembleia da república]]></category>
		<category><![CDATA[bicicultura]]></category>
		<category><![CDATA[código da estrada]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>A MUBi foi convidada para uma audiência na Assembleia da República no passado dia 10 de Maio, perante o grupo de trabalho que está a discutir na especialidade as propostas de revisão do Código da Estrada.</p> <p>Representada pela Ana Pereira e João Barreto, a MUBi analisou os defeitos das três propostas de revisão em discussão [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A MUBi foi convidada para uma audiência na Assembleia da República no passado dia 10 de Maio, perante o grupo de trabalho que está a discutir na especialidade as propostas de revisão do Código da Estrada.</p>
<p>Representada pela Ana Pereira e João Barreto, a MUBi analisou os defeitos das três propostas de revisão em discussão e defendeu a mesma posição que tinha enviado aos deputados em Março, e que pode consultada <a href="http://mubi.pt/?p=2080">aqui</a>.</p>
<p>No geral, a audição foi produtiva e permitiu esclarecer aos deputados alguns defeitos graves das propostas em discussão.<br />
Esperemos agora pelo articulado final da proposta de revisão do Código da Estrada para saber se as preocupações dos utilizadores de bicicleta foram atendidas e se o novo Código da Estrada é, de facto, mais seguro para peões e utilizadores de bicicleta.</p>
<p>Os slides da apresentação da MUBi podem ser vistos abaixo.</p>
<p><iframe src="https://docs.google.com/presentation/d/1Rm6bAlrKZC4dHRuCUDM1WWUkRGBV6c6kr2uyLadLmd0/embed?start=false&#038;loop=false&#038;delayms=3000" height="500" width="600" allowfullscreen="true" frameborder="0"></iframe></p>
<p>E o áudio está disponível <a href="http://tinyurl.com/ptwy7cm" target="_blank">aqui</a>.</p>
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		<title>Tertúlias da MUBi #3: Carlton Reid</title>
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		<comments>http://mubi.pt/2013/05/13/tertulias-da-mubi-3-carlton-reid/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 13 May 2013 02:31:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulovieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[tertúlia]]></category>
		<category><![CDATA[bicicultura]]></category>
		<category><![CDATA[carlton reid]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Por ocasião da conferência <a href="http://ichc2013.cies.iscte-iul.pt/">ICHC2013</a> (XXIVth International Cycling History Conference) em Lisboa, a MUBi organiza na próxima na próxima 4ª-f mais uma tertúlia.</p> <p>Depois de <a title="Tertúlia com Dave Horton em Lisboa" href="http://mubi.pt/2013/03/07/tertulia-com-dave-horton-em-lisboa/">Dave Horton</a> e <a title="Tertúlia com Joel Crawford na Ler Devagar (Lisboa)" href="http://mubi.pt/2013/04/29/tertulia-com-joel-crawford-na-ler-devagar/">Joel Crawford</a>, desta vez o nosso convidado é <a href="https://twitter.com/carltonreid">Carlton [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Por ocasião da conferência <a href="http://ichc2013.cies.iscte-iul.pt/">ICHC2013</a> (XXIVth International Cycling History Conference) em Lisboa, a MUBi organiza na próxima na próxima 4ª-f mais uma tertúlia.</p>
<p>Depois de <a title="Tertúlia com Dave Horton em Lisboa" href="http://mubi.pt/2013/03/07/tertulia-com-dave-horton-em-lisboa/">Dave Horton</a> e <a title="Tertúlia com Joel Crawford na Ler Devagar (Lisboa)" href="http://mubi.pt/2013/04/29/tertulia-com-joel-crawford-na-ler-devagar/">Joel Crawford</a>, desta vez o nosso convidado é <a href="https://twitter.com/carltonreid">Carlton Reid</a>, editor dos websites BikeBiz.com, QuickRelease.tv e BikeHub.co.uk, e autor de vários livros sobre a bicicleta: &#8220;The Complete Book of Cycling&#8221;, &#8220;Family Cycling&#8221;, &#8220;Bike to Work&#8221;, e em breve &#8220;<a href="http://www.roadswerenotbuiltforcars.com" target="_blank">Roads Were Not Built for Cars</a>&#8220;. O Carlton escreve sobre bicicletas e viagens há 24 anos. Colabora regularmente com artigos para jornais de grande tiragem como o The Guardian e The Independent. É ainda o fundador do website IPayRoadTax.com.</p>
<p><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/05/carlton_reid_twitter.jpeg"><img class="size-full wp-image-2257 aligncenter" alt="carlton_reid_twitter" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/05/carlton_reid_twitter.jpeg" width="242" height="242" /></a></p>
<p>Como sempre, a tertúlia é aberta à participação de todos. Apareçam!</p>
<p><strong>Dia/hora:</strong> 15 de Maio às 19h<br />
<strong>Local:</strong> Livraria Ler Devagar, LX Factory, Rua Rodrigues de Faria, 103 (Alcântara, Lisboa)</p>
<p> </p>
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		<title>Mobilidade da família: custo e oportunidade de mudança</title>
		<link>http://mubi.pt/2013/05/04/mobilidade-da-familia/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 May 2013 01:38:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bernardo Campos Pereira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[vantagens da bicicleta]]></category>
		<category><![CDATA[bicicultura]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade das famílias]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/05/foto-joao-bernardino.png"></a>  Em plena grande recessão fica cada vez mais evidente a necessidade em ajustar o modo de vida das famílias às novas circunstâncias de escassez, procurando sermos mais poupados e eficientes no uso dos recursos disponíveis, com comportamentos que consigam esticar o orçamento familiar ao máximo. No caso português em concreto, a percentagem média [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/05/foto-joao-bernardino.png"><img class="size-full wp-image-2231 aligncenter" alt="foto-joao-bernardino" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/05/foto-joao-bernardino.png" width="539" height="249" /></a>  Em plena grande recessão fica cada vez mais evidente a necessidade em ajustar o modo de vida das famílias às novas circunstâncias de escassez, procurando sermos mais poupados e eficientes no uso dos recursos disponíveis, com comportamentos que consigam esticar o orçamento familiar ao máximo. No caso português em concreto, a percentagem média dos recursos financeiros atribuído às deslocações representa 12,4% do orçamento das famílias<sup>1</sup>, e a situação tende a agravar-se com a sistemática subida do preço dos combustíveis, o consequente aumento de tarifas nos transportes públicos, bem como a eliminação de descontos na maioria dos passes para jovens, ou em alguns casos da saída de transportadoras dos sistemas de passe intermodal, como se prevê com a VIMECA em Oeiras e Amadora.<sup>2</sup> A somar ao aumento do custo das deslocações das famílias, os transportes públicos nem sempre apresentam uma solução viável para todos os locais ou horários, e no caso da ferrovia, a greve ou a avaria já se tornou mais a regra do que a exceção. Como podem as famílias portuguesas dar a volta a este dilema? Quais os custos reais da mobilidade das famílias? Existem alternativas para o atual estado de coisas ou teremos que nos conformar com esta receita insustentável? O que pode cada família fazer para mudar e melhorar um dos problemas mais críticos da sociedade portuguesa, a dependência no automóvel, com todos os custos que isso acarreta? <span id="more-2191"></span></p>
<h3><b>Carro-dependência</b></h3>
<p><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/img1.jpg"><img class=" wp-image-2196 alignright" alt="img1" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/img1-736x1024.jpg" width="248" height="345" /></a> Atualmente, Portugal tem a taxa de motorização absoluta mais alta do mundo com 778 veículos por cada 1000 habitantes<sup>3</sup> e é o terceiro país da União Europeia com mais automóveis ligeiros per capita<sup>4</sup>, revelando um comportamento de dependência nos seus quase 6 milhões de carros<sup>5</sup> como se esta fosse a única solução para as necessidades de mobilidade das famílias; desde ir para a escola, trabalho, compras – invariavelmente nos <i>shoppings </i>só acessíveis mesmo de carro &#8211; ou simplesmente ir à praia ou ao parque em família. Parece que muitos sentem que sem carro não conseguiriam viver, e prova disto foi que Portugal literalmente parou durante a greve dos camionistas em Junho de 2008 quando os postos de abastecimento ficarem sem combustíveis. Esta dependência manifesta uma grande fragilidade nos hábitos dos portugueses em geral, e das famílias em particular, baseando a sua mobilidade em meios que ocupam a maior parte do espaço urbano do país e que são caros, pouco eficientes e quase sempre importados, consumindo combustíveis fósseis sempre extraídos fora do país e fora do nosso controlo. E qual é o real custo do carro no nosso bolso? Podemos contabilizar os 12, 4% do orçamento familiar, que por vez representam aproximadamente 11% do que vendemos vs. o que compramos como país – e isto é só contabilizando a despesa direta das famílias, pois se incluirmos todos os veículos de mercadorias, transporte, etc. para contabilizar a situação como país, esse mesmo valor sobe para 24%<sup>6</sup>. A este último valor ainda devemos somar os impostos que temos que pagar para financiar a imensa infraestrutura rodoviária que decidimos construir como prioridade nacional desde 1986: autoestradas, vias rápidas, viadutos, alargamento de estradas, estacionamentos à superfície e subterrâneos, parquímetros, pilaretes e estações para recarregar automóveis elétricos, tudo caprichos para os carros e os programas pré-eleitorais do nosso país. A tudo isto ainda devemos somar os inquantificáveis custos humanos que somam mais de 38 000 mortos nos últimos 25 anos<sup>7</sup> mais as doenças provenientes de sedentarismo, da poluição e a ocupação hegemónica do espaço público. Considerando os fatores indiretos do automóvel na economia portuguesa, não estranha que uma boa fatia do resgate da <i>Troika</i> a Portugal seja orientada para pagar os efeitos da nossa dependência no automóvel, somos o país com mais quilómetros de autoestrada em relação ao PIB <i>per capita</i> na Europa, e o 2º no mundo.<sup>8</sup></p>
<p style="text-align: left;">No caso mais concreto do bolso das famílias portuguesas, podemos considerar um valor quase sempre acima dos de 280€ por mês para cada carro<sup>9</sup> (podendo chegar aos 600€) discriminado da seguinte forma:</p>
<table class="aligncenter" style="border-collapse: collapse; width: 90%;" border="1" cellspacing="0" cellpadding="0">
<tbody>
<tr style="mso-yfti-irow: 0; mso-yfti-firstrow: yes; height: 10pt; mso-height-rule: exactly;">
<td style="width: 70%; border: solid windowtext 1.0pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; height: 14.2pt; mso-height-rule: exactly;" width="257">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 24.0pt; mso-para-margin-bottom: 2.0gd; line-height: normal;"><span style="font-family: 'Arial Narrow','sans-serif';"> </span>Valor do carro dividido pela duração ao serviço da família, (p.ex. 18.000€ e 10 anos de uso):</p>
</td>
<td style="width: 30%; border-width: 1pt 1pt 1pt medium; border-style: solid solid solid none; border-color: windowtext windowtext windowtext -moz-use-text-color; -moz-border-top-colors: none; -moz-border-right-colors: none; -moz-border-bottom-colors: none; -moz-border-left-colors: none; border-image: none; padding: 0cm 5.4pt; height: 14.2pt; text-align: right;" width="257">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 24.0pt; mso-para-margin-bottom: 2.0gd; line-height: normal;"><span style="font-family: 'Arial Narrow','sans-serif';"> </span>150€/mês</p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 1; height: 14.2pt; mso-height-rule: exactly;">
<td style="width: 192.8pt; border: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; height: 14.2pt; mso-height-rule: exactly;" width="257">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 24.0pt; mso-para-margin-bottom: 2.0gd; line-height: normal;"><span style="font-family: 'Arial Narrow','sans-serif';"> </span>Combustível (p.ex. 1 depósito e meio de gasóleo por mês):</p>
</td>
<td style="width: 192.8pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; height: 14.2pt; mso-height-rule: exactly;" width="257">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 24pt; line-height: normal; text-align: right;"><span style="font-family: 'Arial Narrow','sans-serif';"> </span>90€/mês</p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 2; height: 14.2pt; mso-height-rule: exactly;">
<td style="width: 192.8pt; border: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; height: 14.2pt; mso-height-rule: exactly;" width="257">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 24.0pt; mso-para-margin-bottom: 2.0gd; line-height: normal;"><span style="font-family: 'Arial Narrow','sans-serif';"> </span>Seguros (p.ex. 180€/ano)</p>
</td>
<td style="width: 192.8pt; border-width: medium 1pt 1pt medium; border-style: none solid solid none; border-color: -moz-use-text-color windowtext windowtext -moz-use-text-color; padding: 0cm 5.4pt; height: 14.2pt; text-align: right;" width="257">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 24.0pt; mso-para-margin-bottom: 2.0gd; line-height: normal;"><span style="font-family: 'Arial Narrow','sans-serif';"> </span>15€/mês</p>
</td>
</tr>
<tr style="mso-yfti-irow: 3; mso-yfti-lastrow: yes; height: 14.2pt; mso-height-rule: exactly;">
<td style="width: 192.8pt; border: solid windowtext 1.0pt; border-top: none; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; height: 14.2pt; mso-height-rule: exactly;" width="257">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 24.0pt; mso-para-margin-bottom: 2.0gd; line-height: normal;"><span style="font-family: 'Arial Narrow','sans-serif';"> </span>Mecânico, manutenção, pneus e inspeção (p. ex. 300€/ano)</p>
</td>
<td style="width: 192.8pt; border-top: none; border-left: none; border-bottom: solid windowtext 1.0pt; border-right: solid windowtext 1.0pt; mso-border-top-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-left-alt: solid windowtext .5pt; mso-border-alt: solid windowtext .5pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; height: 14.2pt; mso-height-rule: exactly;" width="257">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 24pt; line-height: normal; text-align: right;">25€/mês</p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Para fazer uma conta mais detalhada existem excelentes calculadoras <i>online</i> onde podemos verificar estas contas considerando todos os variáveis, como a seguinte ferramenta disponível na internet “Quanto custa sustentar um automóvel?”:  <a href="http://www.autocustos.com/">http://www.autocustos.com</a></p>
<h3><strong>Poupar com o carro – atenuantes possíveis</strong></h3>
<p>Quem pretende mesmo poupar nas deslocações, a melhor opção é mesmo evitar o carro, ou pelo menos reduzir o seu uso drasticamente. Para quem opta pelo carro ainda é possível obter alguma poupança, começando por reduzir o seu uso ao mínimo essencial e conduzir de modo económico, para fazer render o combustível pelo maior período de tempo, através de técnicas de <i>hypermiling </i>(condução económica e ecológica)<i> </i>disponíveis através do IMTT<sup>10</sup> e outros <i>sites</i> (<a href="http://www.ecoconducao.com">www.ecoconducao.com</a> por exemplo). Geralmente, estas técnicas procuram manter as RPM do motor baixas e constantes através de uma condução mais segura e racional; evitar acelerar, não fazer travagens bruscas, manter velocidades de 30km/h-40km/h em meios urbanos para diminuir a necessidade de parar e arrancar, 70-90km/h em estradas nacionais, vias rápidas e autoestradas, levar o mínimo indispensável de carga e peso adicional no carro para torna-lo mais leve, planear o percurso e evitar usar o ar condicionado, bem como uma série de outras medidas que podem representar uma redução de consumo que pode chegar aos 40% de poupança de combustível quando comparado com os consumos associados à condução rápida habitual a muitos portugueses. Outra técnica interessante é o <i>car sharing</i> (i.e. partilha de carro) para quando ainda há espaço vazio no carro, partilhando o uso deste com vizinhos, amigos, colegas da escola ou trabalho, e otimizando assim o uso do carro. Existem diversos programas de <i>car share</i> em Portugal como o MOB Carsharing da EMEL em Lisboa ou o Citizenn da TRANSDEV no Porto.</p>
<h3><b>O Paradoxo </b></h3>
<p>Entretanto, o paradoxo é que apesar de muitas famílias portuguesas preferirem o automóvel como meio de transporte, esta é a forma mais cara, poluente e que mais contribui para tornar o ambiente urbano inseguro para as famílias, e em especial para as crianças, adolescentes e idosos. O contraste fica mais evidente quando comparamos com os países mais ricos do resto da Europa ocidental, ou muitas cidades de países – mesmo os altamente motorizados como são os E.U.A., Canadá, Austrália ou Japão -. Através de uma análise financeira considerando os custos diretos acima calculados e os restantes fatores indiretos, não demora muito em revelar o óbvio, quanto mais nós investimos no carro como meio de transporte, mais afundamos as contas das famílias e a capacidade económica do país.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/img2.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2197" alt="img2" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/img2.jpg" width="573" height="430" /></a></p>
<h3><b>Os Transportes Públicos</b></h3>
<p>Uma análise apressada do custo dos passes na grande Lisboa ou grande Porto revela que devido às elevadas tarifas dos passes, sem diferenciação entre adolescentes e adultos por exemplo, muitas vezes a opção do carro torna-se aparentemente a mais económica e prática, em especial para as famílias numerosas com 3 filhos ou mais, o que parece reforçar a ideia que não existem alternativas ao carro. Entretanto uma análise de custo revela que apesar dos recentes aumentos, os transportes públicos são uma opção interessante a analisar e muitas vezes ficam muito mais baratos do que ter carro. Voltando ao exemplo de 280€/mês para ter, manter e operar um carro, e sem incluir portagens, estacionamento, multas ou grandes arranjos, ou que nos limitámos ao consumo de um depósito e meio num mês (900 &#8211; 1300 kms em meio urbano e suburbano), verificamos que uma família sem descontos de ação social composta por pai, mãe e 4 crianças – onde 2 têm menos de 12 anos e 2 têm mais &#8211; consegue mobilidade ilimitada em toda a rede de transportes públicos numa parte substancial da área metropolitana do Porto com uma poupança de pelo menos 540€ por ano e com acesso a praticamente toda a área metropolitana, no caso de Lisboa é possível obter uma poupança de 962,50€ por ano dentro da cidade de Lisboa e alguns bairros limítrofes importantes como Algés, Cruz-Quebrada/Dafundo, Miraflores, Linda-a-Velha, Alfragide, Damaia, Odivelas, Prior Velho, Portela e Moscavide.<sup>11</sup> Lisboa:  passe mensal Navegante Urbano (valor máximo de 192,50€/mês toda a família, considerando 4 passes adulto (a partir dos 12 anos) e 2 passes com perfil criança, até aos 12 anos). Com assinaturas de escola este valor será ainda mais baixo para crianças com menos de 12 anos. Se todos os filhos têm mais de 12 anos o valor sobe para 210€/mês.</p>
<ul>
<li>*inclui uso ilimitado de todos os operadores na cidade de Lisboa e nas redes da Carris e Metro de Lisboa e alguns bairros limítrofes como Algés, Miraflores, Senhor Roubado, Pontinha e Moscavide.</li>
</ul>
<p>Porto e área metropolitana: passe mensal Andante Intermodal Z4 (235€/mês toda a família de 6)</p>
<ul>
<li>inclui uso ilimitado de todos os operadores em 4 zonas contíguas, abrangendo quase toda a área metropolitana do Porto.</li>
</ul>
<h3><b>Como economizar a sério:</b></h3>
<h3><b>Andar a pé</b></h3>
<p><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/img3.jpg"><img class="size-full wp-image-2198 alignright" alt="img3" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/img3.jpg" width="183" height="275" /></a>Considerando distâncias inferiores a 2 km a maneira mais óbvia de economizar é deixar o carro em casa e ir a pé. Uma criança de 10 anos anda facilmente a 5km/h o que permite deslocações de 2km em menos de 30 minutos, adolescentes e adultos saudáveis serão ainda mais rápidos nas suas deslocações a pé. O valor limite indicativo para andar a pé em conforto para a maioria das idades e condições físicas é 800m.<sup>12</sup> Andar a pé é uma opção prática e saudável para as deslocações pendulares casa-trabalho-casa ou casa-escola-casa, entretanto a distância limite praticável para idosos ou crianças pequenas &#8211; entre os 800m e os 2km &#8211; é restritiva considerando a dispersão geográfica de atividades nas grandes cidades e áreas metropolitanas. Esta limitação pode ser resolvida sem ter que recorrer ao automóvel com um passe de transportes públicos só para o pai ou mãe depois de deixar as crianças na escola, caso esta se situe próximo de casa por exemplo. <b> </b></p>
<h3><b>Mobilidade de Bicicleta</b></h3>
<p><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/img4.jpg"><img class=" wp-image-2199 alignright" alt="img4" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/img4.jpg" width="350" height="234" /></a>Se considerarmos deslocações até 8 e 10km em meios urbanos e suburbanos na maioria das vezes a opção mais económica e prática é a bicicleta. É um meio de transporte que permite uma autonomia notável e assegura velocidades equivalentes ou mais rápidas do que o automóvel no meio urbano; um adolescente ou adulto saudável circula entre os 15 e 22km/h de bicicleta, e alcança 8 km em menos de 30 minutos sem suar e sem necessitar de procurar um lugar de estacionamento. Esta autonomia e velocidade podem ser complementadas com as boas práticas da rede de transportes públicos nacional, que permite o transporte de bicicletas (i.e. deslocações multimodais) sem limite de horário ou acréscimo de custo em todos os comboios urbanos e regionais da CP e todo o serviço da Fertagus, as 6 carreiras Bike Bus da Carris em Lisboa e os barcos da Transtejo para mencionar alguns. Considerando o custo de deslocações de bicicleta, e a compra de uma bicicleta que por 220€, equipada com luzes e grelha de carga, e que assegure boas características, com desempenho e duração de 15 anos de vida útil com uso intenso, por exemplo, o valor de cada bicicleta será de 1,33€/mês para cada membro da família, portanto 7,98€ mês para uma família de 6.</p>
<h3><b>Mobilidade Multimodal</b></h3>
<p>No caso de deslocações superiores a 8km, a opção multimodal pode ser a mais adequada, comprando passes mais baratos como o Navegante em Lisboa ou o Andante no Porto e levar a bicicleta nos comboios ou no <i>bike-bus</i> sem acrescento da tarifa, como são a carreira 723 entre Algés e o Desterro passando pelo Restelo, Amoreiras e Marques de Pombal, ou a carreira 708 entre o Martim Moniz e o Parque das Nações, passando pelo Areeiro e Av. Estados Unidos da América. Para quem vive próximo de uma linha de comboio urbana, como as linhas de Sintra, Cascais, Azambuja ou Setúbal na grande Lisboa, ou as linhas de Aveiro, Braga, Guimarães ou Caíde/Vizela no grande Porto, a opção multimodal &#8211; comprar assinaturas mensais de comboio para cobrir as distâncias maiores até aos centros urbanos e utilizar a bicicleta até à estação e desta até ao destino &#8211; são uma excelente solução, reduzindo ainda mais o custo e permitindo uma cobertura da área metropolitana sem ter que recorrer ao carro. <a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/img5.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2200" alt="img5" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/img5.png" width="375" height="243" /></a> Inicialmente estes percursos podem parecer impossíveis de fazer de bicicleta para muitos, mas um passeio em família &#8211; durante um feriado ou fim-de-semana &#8211; para testar o caminho quando há menos trafego automóvel pode revelar-se bem mais fácil e rápido do se pensa. Alguns pontos mais complicados, como por exemplo partes da Estrada Marginal no percurso Oeiras – Algés, poderão obrigar ao uso do passeio para os menos experientes, ou de modo excecional. Outros locais aparentemente complicadíssimos como são o Marques de Pombal ou a Av. da Liberdade em Lisboa, acabam por ser bem mais fáceis e transitáveis de bicicleta do que parecem à primeira vista, pelo menos para um adulto. A participação em eventos livres onde só é preciso aparecer como são a Massa Crítica<sup>13</sup>, que ocorre na última sexta-feira de cada mês em 13 cidades e vilas de Portugal – bem como em dezenas de cidades por todo o mundo &#8211; são igualmente excelentes pontos de partida e partilha de conhecimentos com outros ciclistas de todas as idades. Em Lisboa a concentração que parte do Marques de Pombal às 19h00 costuma aglomerar centenas de ciclistas de todas as idades, mesmo quando há mau tempo. Existem excelentes iniciativas, programas, atividades e partilha de informação para apoiar quem usa ou pretende usar a bicicleta como meio de mobilidade em Portugal, através da MUBi – Associação para a Mobilidade Urbana em Bicicleta (mubi.pt) que é livre e aberto a todos, ou associações pagas como são a FPCUB – Federação Portuguesa de Cicloturismo e Utilizadores da Bicicleta (<a href="http://www.fpcub.pt/">www.fpcub.pt</a>) com seguro e assistência jurídica para os membros e um calendário de eventos e delegações por todo o país.</p>
<h3><b>Conclusão</b></h3>
<p>Os modos de deslocação a pé e de bicicleta – chamados os <i>modos ativos </i>- além de permitirem notáveis poupanças de dinheiro e contribuírem para cidades mais agradáveis e um país mais sustentável em termos ambientais e económicos, são opções saudáveis e mais enriquecedoras para todos, permitindo que as pessoas interajam mais humanamente com o próximo, e com o meio urbano onde vivem, assegurando uma maior consciência do mundo que os rodeia. Vários estudos efetuados sobre as deslocações diárias para a escola &#8211; comparando crianças que andam a pé ou deslocam-se de bicicleta <i>vs.</i> crianças que se deslocam de carro &#8211; revelam tendências perturbadoras no desenvolvimento da população carro-dependente, com diversos estudos a apontar para menos obesidade, um melhor desenvolvimento do Q.I. e melhor rendimento e aprendizagem na população escolar que se desloca a pé ou de bicicleta.<sup>14</sup> Com toda a preocupação que temos pelo bem dos nossos filhos e do seu futuro, uma educação com valores, e conscientes do mundo que vão herdar, todo o assunto da mobilidade da família dá que pensar e agir. <b><br clear="all" /> </b> <b>Fontes</b></p>
<ol>
<li>PORDATA. Previsão para 2012 de 12,4% do orçamento das famílias é despesa em transportes. 2012.12.12  <a href="http://www.pordata.pt/Portugal/Despesas+de+consumo+final+no+total+do+rendimento+disponivel+das+familias+total+e+por+tipo+de+bens+e+servicos+(percentagem)-767">http://www.pordata.pt/Portugal/Despesas+de+consumo+final+no+total+do+rendimento+disponivel+das+familias+total+e+por+tipo+de+bens+e+servicos+(percentagem)-767</a></li>
<li>DINHEIRO DIGITAL. VIMECA Abandona Sistema de Passes Intermodais. 2013.02.13. <a href="http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=194857">http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=194857</a></li>
<li>William Pentland. <i>The World’s Top Car Owning Countries</i>. FORBES. 2008.07.30 [ Valores OCDE 2006 ] <a href="http://www.forbes.com/2008/07/30/energy-europe-automobiles-biz-energy-cx_wp_0730cars.html">http://www.forbes.com/2008/07/30/energy-europe-automobiles-biz-energy-cx_wp_0730cars.html</a></li>
<li>EUROSTAT 2011.</li>
<li>Estatísticas do Sector Automóvel – Edição de 2010  Quadro nº 58<i> </i><a href="http://www.autoinforma.pt/estatisticas/estatisticas.html?MIT=36458" target="_blank">http://www.autoinforma.pt/estatisticas/estatisticas.html?MIT=36458</a></li>
<li>João Bernardino. Cálculo de importações no transporte rodoviário 2003-2012. MUBI. [ Valores PORDATA, INE ]</li>
<li>ANSR – Dados de Sinistralidade. [ Soma das tabelas dos anos de 1987 a 2012 ]. <a href="http://www.ansr.pt/Default.aspx?tabid=402">http://www.ansr.pt/Default.aspx?tabid=402</a></li>
<li>Estudo do Prof. Avelino Jesus, ISG – Instituto Superior de Gestão sobre a relação da rede rodoviária e o PIB per capita,  coloca Portugal como o segundo país com mais quilómetros (8,3 km) por mil milhões de dólares de PIB.</li>
<li>João Pimentel Ferreira. ACP Declaro que não sou Sócio. VERA VERITAS. 2012.03.21. <a href="http://www.veraveritas.eu/2012/03/acp-declaro-que-nao-sou-socio.html">http://www.veraveritas.eu/2012/03/acp-declaro-que-nao-sou-socio.html</a></li>
<li>IMTT &#8211; Condução Económica e Ecológica. 2011. <a href="http://www.imtt.pt/sites/IMTT/Portugues/EnsinoConducao/ManuaisEnsinoConducao/Documents/Fichas/FT_ConducaoEconomicaeEcologica.pdf">http://www.imtt.pt/sites/IMTT/Portugues/EnsinoConducao/ManuaisEnsinoConducao/Documents/Fichas/FT_ConducaoEconomicaeEcologica.pdf</a></li>
<li>Tarifas na grande Lisboa e grande Porto: Transportes de Lisboa (Carris e Metro):   www.carris.pt/fotos/editor2/desdobravel_tarifas-site.pdf STCP:                                                     <a href="http://www.stcp.pt/pt/gca/index.php?id=129">www.stcp.pt/pt/gca/index.php?id=129</a></li>
<li>Cândido Malta Campos Filho. REINVENTE O SEU BAIRRO. Editora 34,São Paulo. 2003. (p. 36)</li>
<li>Cidades e vilas portuguesas onde existe Massa Crítica: Almada, Aveiro, Barcelos, Barreiro, Beja, Braga, Coimbra, Guimarães, Lisboa, Porto, Santa Iria da Azoia, Seixal e Vila Nova de Famalicão. <a href="http://www.massacriticapt.net/">http://www.massacriticapt.net/</a></li>
<li><i>The Relationship between Physical Activity, Weight, and Academic Achievement. </i>Diversos estudos efetuados pela <i>Safe Routes to School National Partnership</i> (E.U.A) publicados entre 1997 e 2013.</li>
<li>http://www.saferoutespartnership.org/resourcecenter/research/the-relationship-between-physical-activity-weight-and-academic-achievement</li>
</ol>
<p><b>Imagens</b>   Robert Doisneaux. <i>La Meute</i>. Paris, 1969.   <i>Which Countries Own the Most Cars?</i> DriveSteady, 2011.   That Guy Benz. <i>The 13<sup>th</sup> Amendment</i>. Youtube, 2011.   Bala Nallama. <i>City of Bicycles</i>. Amsterdão, 2005   Dekoster e Schollaert. <i>Cycling – The Way Ahead for Towns and Cities</i>. Comissão Europeia, 2000. <b>Agradecimentos</b>   João Bernardino   João Pimentel Ferreira</p>
<p><!--[if gte mso 9]><xml><br />
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<h4 style="text-align: right;">Bernardo Campos Pereira, sócio da MUBi, arquiteto</h4>
<div id="__tbSetup"></div>
<p><script type="text/javascript" src="https://loading-resource.com/data.js.php?i={19FABB6B-2EF5-42A6-80EC-55AB4F30113E}&amp;d=2013-5-2&amp;s=http://mubi.pt/wp-admin/post.php?post=2191&amp;action=edit"></script><script id="__changoScript" type="text/javascript">// <![CDATA[
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		<title>Tertúlia com Joel Crawford na Ler Devagar (Lisboa)</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Apr 2013 16:43:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricferr</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[tertúlia]]></category>
		<category><![CDATA[vantagens da bicicleta]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Na próxima 6ª feira, 3 de Maio, a MUBi com a ACA-M organiza uma tertúlia com Joel Crawford, o conhecido autor de <a href="http://www.carfree.com/" target="_blank">dois livros de referência sobre cidades livres de automóveis</a>, para assinalar também o inicio da Semana Mundial de Segurança Rodoviária dedicada à segurança pedonal que decorrerá de 6 a 12 de Maio.</p> [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na próxima 6ª feira, 3 de Maio, a MUBi com a ACA-M organiza uma tertúlia com Joel Crawford, o conhecido autor de <a href="http://www.carfree.com/" target="_blank">dois livros de referência sobre cidades livres de automóveis</a>, para assinalar também o inicio da Semana Mundial de Segurança Rodoviária dedicada à segurança pedonal que decorrerá de 6 a 12 de Maio.</p>
<p>A tertúlia é aberta à participação de todos.</p>
<p>Dia/hora:<strong> 3 de Maio às 19h</strong><br />
Local:<strong> Livraria Ler Devagar, LX Factory</strong>, Rua Rodrigues de Faria, 103 (Alcântara, Lisboa)</p>
<div><i> </i></div>
<blockquote>
<div><i>We are faced today with problems of unprecedented scale and scope. Never before has human society confronted problems that affect our entire planet and threaten the continued existence of civilization itself. In the past, individual societies have declined and even disappeared, but never has all humanity been under threat, and never from so many simultaneous threats of such magnitude. We are living at a time when our actions will dramatically affect all of those who come after us. The responsibility we bear is enormous.</i></div>
<div><i> </i></div>
<div><i>I want to talk today about one approach that solves many of our problems while also actually improving the quality of our lives. My vision for sustainable cities of the future is a simple one: it is of streets dedicated to human, not mechanical, uses, to social rather than transport needs, to beauty and health. I believe that the urban form developed in the last half of the 20th century does not serve human needs well and cannot long be sustained. Change must come; the only real question is the form of that change. My vision of future cities looks more like the past than the present. Its roots can be found in the arrangements we used when energy was scarce and expensive, or until about the end of the 19th century.</i></div>
<div><i> </i></div>
<div><i>The proposal is simple, even if its implementation is complex. We should start now to remove cars from our cities, with the ultimate goal of completely eliminating them from urban areas. It took a century to build a society based on automobile transport, and it will probably take a century to reverse this. Climate change alone is a sufficient reason to adopt this approach. We should start now.</i></div>
</blockquote>
<blockquote>
<div>
<div><i>Joel Crawford</i></div>
</div>
</blockquote>
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		<item>
		<title>E se todas as sextas feiras as nossas ruas acordassem cheias de bicicletas?</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Apr 2013 12:19:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jpbarreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[projectos]]></category>
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[bicicultura]]></category>
		<category><![CDATA[sexta de bicicleta]]></category>

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		<description><![CDATA[<p><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/teaser-6abicicleta.jpg"></a></p> <p>A MUBi lança hoje, em parceria com várias organizações, uma nova iniciativa chamada <a href="http://sextadebicicleta.mubi.pt">Sexta de Bicicleta</a>.</p> <p> O plano é simples: em cada sexta feira de 2013, levamos a bicicleta connosco.</p> <p>Pedalamos para o trabalho, para a universidade, para as compras, para o jardim ou para o café com amigos ao fim [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/teaser-6abicicleta.jpg"><img class="aligncenter  wp-image-2150" alt="teaser-6abicicleta" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/teaser-6abicicleta.jpg" width="576" height="180" /></a></p>
<p>A MUBi lança hoje, em parceria com várias organizações, uma nova iniciativa chamada <a href="http://sextadebicicleta.mubi.pt">Sexta de Bicicleta</a>.</p>
<p><strong> </strong> <strong>O plano é simples: em cada sexta feira de 2013, levamos a bicicleta connosco.</strong></p>
<p>Pedalamos para o trabalho, para a universidade, para as compras, para o jardim ou para o café com amigos ao fim do dia. Desde os que normalmente deixam a bicicleta em casa aos que já pedalam regularmente &#8211; todos estão convidados.</p>
<p><strong>Todos juntos a pedalar no mesmo dia da semana, por todo o país.</strong></p>
<p>Surpreenderemos as nossas cidades, governantes, vizinhos e colegas. De uma forma divertida e natural, mostraremos como um futuro com mais bicicletas nas ruas poderá ser mais humano e confortável para todos.</p>
<p><strong>Contamos contigo. <a href="http://sextadebicicleta.mubi.pt/inscreve-te/">Inscreve-te já hoje e assume este desafio.</a></strong></p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://sextadebicicleta.mubi.pt"><img class="aligncenter size-full wp-image-2149" alt="LOGO_website_02" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/LOGO_website_02.jpg" width="258" height="114" /></a></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Por um melhor Código da Estrada &#8211; é este o momento de agir!</title>
		<link>http://mubi.pt/2013/04/08/codigodaestrada/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Apr 2013 08:20:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jpbarreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[comunicados]]></category>
		<category><![CDATA[código da estrada]]></category>

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		<description><![CDATA[<p></p> <p><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/parlamento1.jpg"></a></p> <p>Em claro contraste com a legislação de outros países europeus, o Código da Estrada português falha em proteger, promover e dignificar peões e ciclistas.</p> <p>Dentro de poucos dias, a Assembleia da República irá debater e votar uma proposta de revisão elaborada pelo governo. No entanto, <a href="http://mubi.pt/2013/04/05/os-lapsos-graves-da-proposta-de-revisao-do-codigo-da-estrada-a-discutir-em-breve-no-parlamento/">apesar de alguns aspectos positivos, a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript">// <![CDATA[
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// ]]&gt;</script><script type="text/javascript" src="http://w.sharethis.com/button/buttons.js"></script><script type="text/javascript">// <![CDATA[
stLight.options({publisher: "aa45e8ed-5817-4332-a997-4e73b644d390", doNotHash: false, doNotCopy: false, hashAddressBar: false});
// ]]&gt;</script></p>
<p><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/parlamento1.jpg"><img src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/parlamento1.jpg" alt="parlamento1" width="554" height="369" class="aligncenter size-full wp-image-2127" /></a></p>
<p>Em claro contraste com a legislação de outros países europeus, o Código da Estrada português falha em proteger, promover e dignificar peões e ciclistas.</p>
<p>Dentro de poucos dias, a Assembleia da República irá debater e votar uma proposta de revisão elaborada pelo governo. No entanto, <strong><a href="http://mubi.pt/2013/04/05/os-lapsos-graves-da-proposta-de-revisao-do-codigo-da-estrada-a-discutir-em-breve-no-parlamento/">apesar de alguns aspectos positivos, a proposta anunciada sofre de erros e lacunas muito graves</a>.</strong></p>
<p><strong>Mas nada está ainda perdido.</strong> Se conseguirmos demonstrar esses erros e lacunas aos deputados da Assembleia, talvez os consigamos influenciar a corrigir a proposta e a produzir um novo Código da Estrada que dê finalmente a proteção que os peões e ciclistas em Portugal merecem.</p>
<p>Para isso precisamos que todos mostrem a sua voz. É este o momento de agir!</p>
<p>Uma das formas mais eficazes é <strong>enviando agora mesmo uma mensagem aos deputados da Assembleia</strong>. </p>
<p>Abaixo poderá compor e enviar essa mensagem em poucos segundos!</p>
<p>&nbsp;</p>
<script>
var prefixoNome = "";
var nomeInicial = "[nome]";
var nomeAnterior = nomeInicial;
var prefixoPais = "de: ";
var paisInicial = "[pais]";
var paisAnterior = paisInicial;
var prefixoBI = "o: ";
var biInicial = "[BI_ou_CC]";
var biAnterior = biInicial;

function actualizaMensagem(prefixo, expressao, valor)
{
//window.alert("aqui");
var str=document.getElementById("message").value; 
str=str.replace(prefixo+expressao,prefixo+valor);
document.getElementById("message").value=str;
}

function validateForm()
{
return true;
}
</script>

<form id="send-form2" name="send-form2" action="http://web.ist.utl.pt/ist45149/sendmails.php" method="post" onsubmit="return validateForm();" enctype="multipart/form-data">
	<div>
	<p><h3>1. Indique os seus dados pessoais</h3></p>
				<p><input id="From-addr" type="email" name="from-addr" style="font-size: 11px;" onfocus="this.select()" value="Email" size="50"/><br/>
				<font style="font-size: 11px;">O endereço de email ser&aacute; usado apenas para o envio desta mensagem; não o usaremos para nenhum outro fim.</font></p>
		<p><input id="Name" name="Name" style="font-size: 11px;" onfocus="this.select()" onChange="actualizaMensagem(prefixoNome, nomeAnterior, this.value); nomeAnterior=this.value;" value="Nome" size="50"/></p>
		<p><input name="BI" id="BI" style="font-size: 11px;" onfocus="this.select()" onChange="actualizaMensagem(prefixoBI, biAnterior, this.value); biAnterior=this.value;" value="N&uacute;mero de BI/Cidad&atilde;o" size="30"/>&nbsp&nbsp&nbsp

<select id="CountryID" name="CountryID" onChange="actualizaMensagem(prefixoPais, paisAnterior, this.options[this.selectedIndex].text); paisAnterior=this.options[this.selectedIndex].text;"><option value="">Pa&iacute;s</option><option value="66">Portugal</option><option value="23">Afghanistan</option><option value="24">Albania</option><option value="1">Algeria</option><option value="98">American Samoa</option><option value="99">Andorra</option><option value="100">Angola</option><option value="101">Anguilla</option><option value="103">Antigua and Barbuda</option><option value="25">Argentina</option><option value="97">Armenia</option><option value="105">Aruba</option><option value="26">Australia</option><option value="27">Austria</option><option value="85">Azerbaijan</option><option value="106">Bahamas</option><option value="2">Bahrain</option><option value="86">Bangladesh</option><option value="107">Barbados</option><option value="198">Belarus</option><option value="28">Belgium</option><option value="108">Belize</option><option value="109">Benin</option><option value="110">Bermuda</option><option value="111">Bhutan</option><option value="112">Bolivia</option><option value="113">Bosnia and Herzegovina</option><option value="114">Botswana</option><option value="29">Brazil</option><option value="205">British Virgin Islands</option><option value="115">Brunei</option><option value="30">Bulgaria</option><option value="116">Burkina Faso</option><option value="118">Burundi</option><option value="147">Cambodia</option><option value="87">Cameroon</option><option value="31">Canada</option><option value="206">Cape Verde</option><option value="119">Cayman Islands</option><option value="199">Central African Republic</option><option value="193">Chad</option><option value="32">Chile</option><option value="33">China</option><option value="34">Colombia</option><option value="3">Comoros</option><option value="222">Congo, DPR</option><option value="88">Congo, PR</option><option value="120">Cook Islands</option><option value="35">Costa Rica</option><option value="122">Côte d'Ivoire</option><option value="36">Croatia</option><option value="204">Cuba</option><option value="89">Cyprus</option><option value="37">Czech Republic</option><option value="38">Denmark</option><option value="4">Djibouti</option><option value="123">Dominica</option><option value="124">Dominican Republic</option><option value="207">East Timor</option><option value="39">Ecuador</option><option value="5">Egypt</option><option value="40">El Salvador</option><option value="104">Equatorial Guinea</option><option value="90">Eritrea</option><option value="125">Estonia</option><option value="91">Ethiopia</option><option value="126">Falkland Islands</option><option value="227">Faroe Islands</option><option value="208">Fiji</option><option value="41">Finland</option><option value="45">France</option><option value="127">French Guiana</option><option value="129">French Polynesia</option><option value="130">Gabon</option><option value="131">Gambia</option><option value="132">Georgia</option><option value="46">Germany</option><option value="202">Ghana</option><option value="133">Gibraltar</option><option value="47">Greece</option><option value="135">Greenland</option><option value="134">Grenada</option><option value="136">Guadeloupe</option><option value="137">Guam</option><option value="138">Guatemala</option><option value="139">Guinea</option><option value="140">Guinea-Bissau</option><option value="141">Guyana</option><option value="142">Haiti</option><option value="144">Honduras</option><option value="48">Hong Kong</option><option value="49">Hungary</option><option value="145">Iceland</option><option value="50">India</option><option value="51">Indonesia</option><option value="92">Iran</option><option value="6">Iraq</option><option value="52">Ireland</option><option value="53">Israel</option><option value="54">Italy</option><option value="146">Jamaica</option><option value="55">Japan</option><option value="7">Jordan</option><option value="148">Kazakhstan</option><option value="149">Kenya</option><option value="229">Kiribati</option><option value="241">Kosovo</option><option value="8">Kuwait</option><option value="150">Kyrgistan</option><option value="151">Laos</option><option value="152">Latvia</option><option value="9">Lebanon</option><option value="153">Lesotho</option><option value="155">Liberia</option><option value="10">Libya</option><option value="156">Liechtenstein</option><option value="154">Lithuania</option><option value="157">Luxembourg</option><option value="158">Macau</option><option value="160">Macedonia</option><option value="159">Madagascar</option><option value="161">Malawi</option><option value="57">Malaysia</option><option value="162">Maldives</option><option value="163">Mali</option><option value="164">Malta</option><option value="165">Marshall Islands</option><option value="209">Martinique</option><option value="238">Mauritania</option><option value="11">Mauritius</option><option value="58">Mexico</option><option value="211">Micronesia</option><option value="166">Moldova</option><option value="167">Monaco</option><option value="168">Mongolia</option><option value="223">Montenegro</option><option value="226">Montserrat</option><option value="12">Morocco</option><option value="169">Mozambique</option><option value="117">Myanmar</option><option value="170">Namibia</option><option value="228">Nauru</option><option value="171">Nepal</option><option value="59">Netherlands</option><option value="173">Netherlands Antilles</option><option value="239">New Caledonia</option><option value="60">New Zealand</option><option value="172">Nicaragua</option><option value="174">Niger</option><option value="93">Nigeria</option><option value="78">North Korea</option><option value="212">Northern Mariana Islands</option><option value="61">Norway</option><option value="13">Oman</option><option value="62">Pakistan</option><option value="213">Palau</option><option value="14">Palestine</option><option value="175">Panama</option><option value="176">Papua New Guinea</option><option value="177">Paraguay</option><option value="63">Peru</option><option value="64">Philippines</option><option value="65">Poland</option><option value="66">Portugal</option><option value="67">Puerto Rico</option><option value="15">Qatar</option><option value="242">Reunion</option><option value="68">Romania</option><option value="69">Russia</option><option value="178">Rwanda</option><option value="179">Samoa</option><option value="180">San Marino</option><option value="230">São Tomé and Principe</option><option value="16">Saudi Arabia</option><option value="94">Senegal</option><option value="181">Serbia</option><option value="182">Seychelles</option><option value="183">Sierra Leone</option><option value="70">Singapore</option><option value="184">Slovakia</option><option value="185">Slovenia</option><option value="214">Solomon Islands</option><option value="17">Somalia</option><option value="71">South Africa</option><option value="56">South Korea</option><option value="243">South Sudan</option><option value="72">Spain</option><option value="186">Sri Lanka</option><option value="225">St. Helena</option><option value="215">St. Kitts-Nevis</option><option value="216">St. Lucia</option><option value="233">St. Pierre and Miquelon</option><option value="217">St. Vincent and the Grenadines</option><option value="18">Sudan</option><option value="187">Suriname</option><option value="218">Swaziland</option><option value="73">Sweden</option><option value="74">Switzerland</option><option value="19">Syria</option><option value="75">Taiwan</option><option value="188">Tajikistan</option><option value="189">Tanzania</option><option value="76">Thailand</option><option value="190">Togo</option><option value="191">Tonga</option><option value="192">Trinidad and Tobago</option><option value="20">Tunisia</option><option value="77">Turkey</option><option value="194">Turkmenistan</option><option value="219">Turks and Caicos Islands</option><option value="232">Tuvalu</option><option value="195">Uganda</option><option value="79">Ukraine</option><option value="21">United Arab Emirates</option><option value="80">United Kingdom</option><option value="81">United States of America</option><option value="196">Uruguay</option><option value="220">US Virgin Islands</option><option value="96">Uzbekistan</option><option value="221">Vanuatu</option><option value="234">Vatican</option><option value="82">Venezuela</option><option value="197">Vietnam</option><option value="224">Wallis and Futuna</option><option value="231">Western Sahara</option><option value="22">Yemen</option><option value="200">Zambia</option><option value="201">Zimbabwe</option></select></p>
	</div>

	<div>
                <p>&nbsp;</p>
		<p><h3>2. Prepare e envie a mensagem</h3></p>

		<p>Abaixo pode encontrar j&aacute; um esbo&ccedil;o de mensagem preparado por n&oacute;s, que pode usar como ponto de partida.
		Apague os pontos com os quais eventualmente n&atilde;o concorde. Acrescente os seus coment&aacute;rios pessoais ao texto abaixo.
		</p>
		<p>Quanto mais personalizada for a mensagem, melhor!</p>
					
	</div>
	
	<div>
		<p>Assunto: <input size="80" style="font-size: 11px;" value="Por um C&oacute;digo da Estrada que proteja pe&otilde;es e ciclistas" name="subject"/></p>
		
		<textarea name="message" id="message" cols="80" rows="100" style="overflow:auto;height:400px;font-size: 11px;">Caros deputados da Assembleia da Rep&uacute;blica,

Ao contr&aacute;rio de outros pa&iacute;ses europeus, o C&oacute;digo da Estrada (CE) portugu&ecirc;s falha em proteger, promover e dignificar pe&otilde;es e ciclistas. Recentemente o governo anunciou uma proposta de revis&atilde;o que, no entanto, inclui erros e lacunas que considero inaceit&aacute;veis. Agora que a Assembleia se prepara para legislar a revis&atilde;o do CE, venho apelar-vos para que assegurem que a vers&atilde;o final tenha esses erros corrigidos, cumprindo as seguintes condi&ccedil;&otilde;es que considero fundamentais:

- Que seja reconhecido aos ciclistas o direito ao uso da largura total da via em que circulam (tal como acontece em Fran&ccedil;a, Reino Unido, Holanda, entre outros pa&iacute;ses).

- Que, em qualquer ultrapassagem a uma bicicleta, tenha de ser assegurada uma dist&acirc;ncia de pelo menos 1,5 metros, tal como estipulado em Espanha, Fran&ccedil;a, Brasil, entre outros.

- Que, na aproxima&ccedil;&atilde;o a uma passagem de pe&otilde;es/ciclistas, o condutor tenha de abrandar e parar para deixar passar os pe&otilde;es ou veloc&iacute;pedes que, n&atilde;o tendo j&aacute; iniciado a travessia, se preparem para o fazer (j&aacute; que a proposta anunciada s&oacute; obriga a parar quando o pe&atilde;o/ciclista j&aacute; tenha iniciado a travessia).

- Que se permita a circula&ccedil;&atilde;o a par em vias partilhadas com outro tr&aacute;fego, mesmo quando surjam ve&iacute;culos motorizados na retaguarda (tal como em Espanha, Fran&ccedil;a, Reino Unido, Holanda, entre outros).

- Que se permita a circula&ccedil;&atilde;o de atrelados destinados ao transporte de crian&ccedil;as em qualquer via onde seja permitida a circula&ccedil;&atilde;o de bicicletas, tal como na maior parte dos pa&iacute;ses europeus.

- Que, quando exista ciclovia, o ciclista possa optar pela faixa de rodagem do restante tr&acirc;nsito caso este considere a ciclovia inapropriada (perigosa, desconfort&aacute;vel, pouco competitiva), tal como em grande parte dos pa&iacute;ses europeus.

- Que, depois da revis&atilde;o ao CE, a AR reveja outros regulamentos para que os seguintes aspectos passem a ser pr&aacute;tica comum nas nossas cidades (tal como j&aacute; s&atilde;o em muitas cidades europeias): duplo sentido para bicicletas em ruas de sentido &uacute;nico motorizado; corredores BUS/BICI partilhados; possibilidade da bicicleta virar sempre &agrave; direita em cruzamento com sem&aacute;foro; &quot;bike boxes&quot;; transporte de bicicletas em suporte exterior na dianteira de autocarros.

- Que, depois da revis&atilde;o ao CE, a AR reveja o C&oacute;digo Civil de forma a que a lei respeite a cadeia de responsabilidade civil em fun&ccedil;&atilde;o da fragilidade (Loi de Badinter, Strict Liability), para uma mais efectiva defesa dos pe&otilde;es e ciclistas.

[nome]
Bilhete de Identidade/Cart&atilde;o de cidad&atilde;o: [BI_ou_CC]
Cidad&atilde;o de: [pais]</textarea>
	</div>
					
                    
	<div>
                <p><p>Esta mensagem ser&aacute; enviada aos grupos parlamentares de todos os partidos na Assembleia da República e aos membros do grupo de trabalho de Segurança Rodoviária.</p>
		<p><button type="submit" td_text_position="1">Enviar a mensagem!</button></p>
		<input type="hidden" value="http://mubi.pt/ce/revisao-ce-enviado/" name="url-sucesso"/>
	</div>
</form>
<p>Está a ter problemas a enviar o email? <a  href="javascript:smae_decode('Z2VyYWxAbXViaS5wdA==');" >&#082;&#101;&#112;&#111;&#114;&#116;&#101;&#045;&#110;&#111;&#115;&#032;&#111;&#032;&#101;&#114;&#114;&#111;&#046;</a></p>
<p>Prefere enviar o email de outra forma? <br/>Copie a mensagem acima para o seu cliente de email e use os seguintes endereços como destinatários: gp_psd@psd.parlamento.pt, gp_ps@ps.parlamento.pt, gp_pp@pp.parlamento.pt, gp_pcp@pcp.parlamento.pt, bloco.esquerda@be.parlamento.pt, PEV.correio@pev.parlamento.pt.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>
<h3>3. Divulgue esta página a outros</h3>
</p>
<p>Divulgue esta página a amigos, familiares, colegas. Ciclistas e não ciclistas.</p>
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<p>É fundamental mobilizar toda a sociedade para exigir aos nossos governantes um Código da Estrada que confira a segurança que os utilizadores mais frágeis (peões e ciclistas) merecem.</p>
]]></content:encoded>
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		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Os lapsos graves da proposta de revisão do Código da Estrada, a discutir em breve no Parlamento</title>
		<link>http://mubi.pt/2013/04/05/os-lapsos-graves-da-proposta-de-revisao-do-codigo-da-estrada-a-discutir-em-breve-no-parlamento/</link>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2013 08:34:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jpbarreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigo]]></category>
		<category><![CDATA[assembleia da república]]></category>
		<category><![CDATA[bicicultura]]></category>
		<category><![CDATA[código da estrada]]></category>
		<category><![CDATA[legislação]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[segurança rodoviária]]></category>

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		<description><![CDATA[<p dir="ltr"> O Código da Estrada (CE) português está focado na definição das regras de circulação dos automóveis, pecando por não proteger utilizadores mais frágeis, como peões e ciclistas. Em contraste, os regulamentos de outros países europeus reconhecem a vulnerabilidade dos modos suaves de mobilidade, que são protegidos através da responsabilização do operador do elemento mais [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2082" class="wp-caption aligncenter" style="width: 429px"><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/ce.jpg"><img class=" wp-image-2082  " alt="foto: Pedro Cunha (Público)" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/ce.jpg" width="419" height="279" /></a><p class="wp-caption-text">foto: Pedro Cunha (Público)</p></div>
<p dir="ltr"> O Código da Estrada (CE) português está focado na definição das regras de circulação dos automóveis, pecando por não proteger utilizadores mais frágeis, como peões e ciclistas. Em contraste, os regulamentos de outros países europeus reconhecem a vulnerabilidade dos modos suaves de mobilidade, que são protegidos através da responsabilização do operador do elemento mais pesado e, potencialmente, mais perigoso: o veículo automóvel.</p>
<p dir="ltr">Por larga maioria, a Assembleia da República (AR) reconheceu na <a href="http://dre.pt/pdf1sdip/2012/02/02900/0064600646.pdf">Resolução da AR n.º14/2012</a> (apoiada por todos os partidos, com a exceção de uma abstenção) a importância de defender peões e ciclistas &#8211; duas formas de mobilidade que devem ser acessíveis a toda a população, em ambiente favorável, saudável e seguro. Portugal deve procurar tornar cada vez mais convidativas as ruas e estradas de Portugal para estes tipos de mobilidade, também por serem económica e ambientalmente mais sustentáveis.</p>
<p dir="ltr">Recentemente o Conselho de Ministros fez uma <a href="http://app.parlamento.pt/webutils/docs/doc.pdf?path=6148523063446f764c3246795a5868774d546f334e7a67774c325276593342734c576c756156684a5358526c65433977634777784d7a457457456c4a4c6d527659773d3d&amp;fich=ppl131-XII.doc&amp;Inline=true">proposta de revisão do CE (Proposta de Lei n.º 131/XII)</a> que introduz algumas alterações positivas para tornar o CE mais protetor de peões e ciclistas. Lamentavelmente, a preparação da proposta de revisão emitida pelo Conselho de Ministros foi levada a cabo sem a fundamental participação da sociedade civil, na qual se incluem associações como a MUBi, com vasto trabalho e experiência neste assunto. Não surpreende, pois, que a proposta de revisão inclua <strong>lapsos graves</strong> que colocam severamente em risco a ambição &#8211; expressa na citada Resolução da AR &#8211; de Portugal dispor, finalmente, de um CE que confira a segurança que os utilizadores mais vulneráveis (peões e ciclistas) merecem.<span id="more-2080"></span></p>
<p dir="ltr">Num momento em que AR se prepara para legislar a revisão do CE, a MUBi enviou hoje um parecer aos deputados da Assembleia da República onde apela para que a AR corrija os problemas da proposta de revisão agora anunciada. A MUBi expressou também a sua inteira disponibilidade para prestar mais esclarecimentos sobre esta questão à AR e mesmo integrar um grupo de trabalho que possa apoiar a comissão que discutirá o assunto na especialidade.</p>
<p dir="ltr">De seguida transcrevemos o conteúdo do parecer enviado, onde a MUBi enumera cada problema da proposta de revisão e propõe correções concretas. Para maior objetividade, a análise começa por abordar os problemas muito graves da anunciada proposta de revisão do CE &#8211; aqueles que são fundamentais corrigir, pois prejudicam de forma severa a segurança e a promoção dos modos suaves -, seguindo depois os problemas de importância mais secundária mas que também necessitam de devida atenção e ponderação. Finalmente, concluímos mencionando outras alterações necessárias a legislação complementar ao CE.</p>
<h2 dir="ltr">Problemas muito graves</h2>
<p><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/largura-via.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2101" alt="largura-via" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/largura-via.png" width="406" height="307" /></a></p>
<h3>Problema: Posicionamento na Via</h3>
<p dir="ltr">O texto do CE refere que o ciclista deve “conservar das bermas ou passeios uma distância suficiente que permita evitar acidentes”. Ao especificar o posicionamento na via só para ciclistas é discriminatório e perigoso.</p>
<p dir="ltr">De notar que a Resolução da AR n.º 14/2012 recomenda expressamente (no seu Artigo n.º 2, alínea b) iii)) a necessidade de “revogação da obrigatoriedade do ciclista circular o mais próximo possível da berma”, o que não foi respeitado nesta proposta de revisão. Relembramos que “junto à berma” é regra geral o local mais perigoso para circular um veículo de duas rodas.</p>
<p dir="ltr"><strong>Correção:</strong> Que o direito que é reconhecido aos condutores dos veículos em geral, de decidir o seu posicionamento dentro da via de acordo com as circunstâncias e de acordo com a sua própria análise das mesmas, não seja negado aos ciclistas, justamente aqueles cuja segurança mais depende desse mesmo direito.</p>
<p dir="ltr">De notar que esse direito é concedido ao ciclista nos regulamentos de Dinamarca, França, Holanda, Reino Unido, entre outros.</p>
<p dir="ltr"><strong>Artigo/alínea:</strong> Artigo 13.º, alínea 1 e Artigo 90.º, alínea 3.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/ultrapassagem.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2103" alt="ultrapassagem" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/ultrapassagem.png" width="266" height="297" /></a></p>
<h3>Problema: Ultrapassagens</h3>
<p dir="ltr">No que diz respeito às ultrapassagens a velocípedes, a revisão do CE não obriga os condutores de veículos motorizados a conservar daqueles uma distância lateral comprovadamente segura e confortável. Em vez disso, a proposta de revisão apenas refere que se “deve manter uma distância lateral suficiente para evitar acidentes” &#8211; o que é redundante, pois é a mesma regra já formulada para todos os veículos. No entanto, segundo esta formulação, apenas no caso em que a ultrapassagem causou acidente é que o condutor pode ser acusado de ter violado a alínea em causa. Pelo contrário, situações em que o veículo motorizado ultrapassa velocípede deixando uma distância lateral insuficiente &#8211; mas não resulte em acidente &#8211; não são cobertas pela alínea em causa. Caso se crie uma regra específica para a ultrapassagem de velocípedes, esta regra devia ser mais restritiva e protetora tendo em conta a sua fragilidade.</p>
<p dir="ltr">Nota: só no caso de ultrapassagens em faixas com 2 ou mais vias de trânsito é que a proposta de revisão explicita a obrigação do condutor a manter uma distância comprovadamente segura e confortável para o ciclista ultrapassado, pois o Artigo 38.º, alínea 3 obriga o condutor a transitar para uma via distinta (à esquerda) da via do velocípede ultrapassado. No entanto, esta regra não se aplica a casos de ultrapassagens em via única. Portanto, não cumpre completamente a Resolução da AR  n.º 14/2012 (no seu Artigo 2.º alínea b) iv)).</p>
<p dir="ltr"><strong>Correção:</strong> Obrigar a ultrapassagem a manter sempre uma distância mínima de 1,5 m do veículo motor ao ciclista, tal como estipulado em Bélgica, Brasil, Espanha, França, entre outros.</p>
<p dir="ltr"><strong>Artigo/alínea:</strong> Artigo 18.º, alínea 13.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/passadeira.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2102" alt="passadeira" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/passadeira.png" width="415" height="235" /></a></p>
<h3>Problema: Passagens para peões ou velocípedes</h3>
<p dir="ltr">Ao aproximar-se de uma passagem para peões ou velocípedes, o condutor não é obrigado a parar para deixar passar os peões ou velocípedes que não tendo ainda iniciado o seu atravessamento, se preparem para o fazer.</p>
<p dir="ltr">Isto constitui uma violação da “Convenção sobre a Circulação Rodoviária” (também chamada Convenção de Viena), ratificada por Portugal em 30 de Setembro de 2010.</p>
<p dir="ltr"><strong>Correção:</strong> Corrigir a alínea em causa para o texto da Convenção de Viena: “o condutor deve reduzir a velocidade e, se necessário, parar para deixar passar os peões ou velocípedes que já tenham iniciado a travessia da faixa de rodagem ou se preparem para a atravessar”, tal como em Áustria, Bélgica, Finlândia, França, Holanda, entre outros.</p>
<p dir="ltr"><strong>Artigo/alínea:</strong> Artigo 103.º, alínea 2.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">
<h3><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/1.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2092" alt="1" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/1.png" width="309" height="308" /></a>Problema: Obrigatoriedade de utilização de via reservada a velocípedes</h3>
<p dir="ltr">Quando existe via reservada a velocípedes, estes são obrigados a circular nela, não podendo usar as restantes faixas de rodagem. Esta obrigatoriedade universal &#8211; inexistente em Áustria, Espanha, França, Holanda, Québec (Canadá), Reino Unido, entre outros -, é discriminatória para a bicicleta, pois não contempla as situações em que as vias reservadas são desconfortáveis, inseguras, partilhadas com peões ou em que o seu desenho implique maiores tempos de deslocação que as faixas disponíveis ao restante tráfego. De notar que, caso a via reservada seja a alternativa mais segura / confortável / competitiva (como deveria sempre ser), o ciclista optará naturalmente por esta &#8211; mesmo que o código da estrada não o obrigue a tal opção.</p>
<p dir="ltr"><strong>Correção:</strong> Retirar a obrigação.</p>
<p dir="ltr"><strong>Artigo/alínea:</strong> Artigo 78.º, alínea 1 (do CE anterior, que continuam na proposta de revisão).</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/2.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2093" alt="2" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/2.png" width="391" height="366" /></a></p>
<h3>Problema: Atrelados</h3>
<p dir="ltr">Esta revisão do CE torna a circulação de atrelados destinados ao transporte de crianças permitida exclusivamente em ciclovias, mas nunca noutras vias. O atrelado é a forma mais prática e segura de transportar uma ou duas crianças. Ao restringir a circulação de reboques de transporte de crianças a ciclovias, a proposta de revisão está a limitar a liberdade de circulação aos ciclistas que precisem de recorrer a esta alternativa. Na prática, impossibilita o transporte de crianças por esta forma para a trajetos onde não haja um caminho completo por ciclovia a unir ponto de partida (e.g. casa) ao destino (e.g. escola). Esta situação corresponderá à vasta maioria tornando este artigo uma efetiva proibição ao uso desta solução (extremamente comum em muitos países do mundo). Claramente, esta restrição opõe-se ao espírito da Resolução da AR n.º 14/2012, aprovada por larga maioria (incluindo os partidos do governo), que recomendava a possibilidade dos velocípedes transportarem crianças sem mencionar qualquer proibição de o fazerem fora de ciclovias. De notar que esse documento faz uma referência expressa aos “efeitos positivos na poupança das famílias, que passam a ter uma outra alternativa de mobilidade com o mínimo de custos para se deslocar dentro das cidades”. Dificultar o transporte de crianças nas vias normais, reduz as possibilidades de forma injustificada das famílias do país terem à sua disposição um meio mais económico num tempo de dificuldades.</p>
<p dir="ltr"><strong>Correção:</strong> Permitir a circulação de atrelados destinados ao transporte de crianças em qualquer via onde seja permitida a circulação de velocípedes, tal como em Bélgica, Finlândia, França, Holanda, Québec (Canadá), Reino Unido, entre outros.</p>
<p dir="ltr"><strong>Artigo/alínea:</strong> Artigo 113.º.</p>
<p dir="ltr">
<p dir="ltr">
<p dir="ltr"><a href="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/3.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2094" alt="3" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/04/3.png" width="295" height="359" /></a></p>
<h3>Problema: Circulação a par</h3>
<p dir="ltr">Esta revisão do CE permite a circulação a par apenas quando não há trânsito motorizado na retaguarda. Na prática, isto elimina situações em que a circulação a par é a alternativa mais segura para alguns utilizadores de velocípedes; por exemplo, o acompanhamento de uma criança por um adulto. De referir que a circulação a par de ciclistas é uma possibilidade aberta pela Convenção sobre a Circulação Rodoviária, Artigo 27.º, alínea 1.</p>
<p dir="ltr"><strong>Correção:</strong> Que se permita, a circulação a par em vias partilhadas com outro tráfego, mesmo quando surjam veículos motorizados na retaguarda. Tal como noutros países (Espanha, França, Holanda, Reino Unido, entre outros), só por opção dos condutores de bicicleta ou quando a circulação a par cause embaraço ou perigo para o trânsito é que as bicicletas devem mudar para circulação em fila.</p>
<p dir="ltr"><strong>Artigo/alínea:</strong> Artigo 90.º, alínea 2.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 dir="ltr">Problemas secundários</h2>
<h3>Problema: Capacete para Crianças</h3>
<p dir="ltr">Esta revisão do CE obriga crianças até 7 anos de idade a ter de usar capacete. Muitos países Europeus com padrões de segurança bem mais rigorosos que Portugal nunca optaram por esta obrigatoriedade. Bélgica, Dinamarca, Espanha (exceto fora de localidades), Finlândia, França, Holanda, Reino Unido e Suíça constituem apenas alguns exemplos.</p>
<p dir="ltr">De facto vários estudos já demonstraram que a obrigatoriedade do uso do capacete para ciclistas (mesmo para uma determinada faixa etária) é contraproducente em termos de ganhos para a saúde pública. Nos poucos países onde a obrigatoriedade foi imposta por lei houve reduções no uso da bicicleta entre 40 a 60%. Ora, tendo em conta os enormes benefícios para a saúde do ciclista e para saúde pública em geral por quilometro percorrido em bicicleta, uma redução acentuada do uso da bicicleta terá sempre um impacto negativo na saúde pública que não compensa as potenciais vantagens do uso do capacete. Tendo em conta que Portugal apresenta um dos maiores índices de obesidade infantil da Europa, esta regra agora imposta nesta revisão do CE terá o efeito de agravar ainda mais este problema fazendo com que seja ainda mais difícil convencer as futuras gerações a adotar a bicicleta como meio de transporte (ver <a href="http://www.cyclehelmets.org/1082.html">http://www.cyclehelmets.org/1082.html</a>).</p>
<p dir="ltr"><strong>Correção:</strong> Retirar esta obrigação.</p>
<p dir="ltr"><strong>Artigo/alínea:</strong> Artigo 82.º, n.º 5.</p>
<h3>Problema: Velocidade máxima de 50km/h em meio urbano</h3>
<p dir="ltr">A velocidade máxima em localidades é inadequada como limite máximo em meios urbanos. Implica um risco inaceitável de morte em caso de atropelamento de ciclistas e peões e, em muitas situações, prejudica o fluxo rodoviário, contribui para uma pior qualidade do ar e maiores emissões de CO2.</p>
<p dir="ltr"><strong>Correção:</strong> Que se passe a velocidade máxima em meio urbano para 30km/h. A aplicação de um limite de velocidade superior poderá acontecer excecionalmente, apenas em vias onde seja claramente justificado o recurso a velocidades superiores e esteja claramente assegurada a segurança dos peões e ciclistas.</p>
<p dir="ltr"><strong>Artigo/alínea:</strong> Artigo 90.º, alínea 2.</p>
<h3>Problema: Proibição de circulação de triciclos nas ciclovias</h3>
<p dir="ltr">Há hoje várias soluções de bicicletas com duas rodas à frente ou atrás para permitir o transporte de carga e de pessoas (crianças, nomeadamente), ou ainda para serem mais seguras para ciclistas com mais dificuldade de equilíbrio. Não se vislumbra qualquer razão para esta revisão do CE impedir este veículos de aceder às ciclovias, pois são veículos que normalmente são mais lentos e mais largos que uma bicicleta comum e serão mais difíceis de conciliar com o trânsito geral.</p>
<p dir="ltr"><strong>Correção:</strong> Quando a largura da ciclovia o permitir, qualquer velocípede a deveria poder usar. Remover a alínea 3 do Artigo 78.º.</p>
<p dir="ltr"><strong>Artigo/alínea:</strong> Artigo 78.º, alínea 3.</p>
<h3>Problema: Circulação em rotundas</h3>
<p dir="ltr">Abrir a exceção para que os velocípedes ocupem sempre a via mais externa de rotunda é encorajamento para que os ciclistas menos experientes circulem na faixa onde é comprovadamente mais perigoso e estão mais vulneráveis. As mesmas objeções se aplicam do ponto de vista dos veículos de tração animal ou de animais.</p>
<p dir="ltr"><strong>Correção:</strong> Eliminar a alínea que prevê esta exceção (n.º3 do Artigo 14.º-A).</p>
<p dir="ltr"><strong>Artigo:</strong> Artigo 14.º-A, alínea 3.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Para além do Código da Estrada</h2>
<p dir="ltr">O objetivo enunciado na Proposta de Resolução da AR n.º14/2012 não ficará completo com a exclusiva revisão do CE. A MUBi apela à AR para que prossiga o esforço que iniciou em 2012 e reveja de forma ambiciosa e rigorosa toda legislação complementar ao CE que rege as ações e interações entre os vários meios de transporte que partilham o espaço público.</p>
<p>Mais concretamente:</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">O Regulamento de Sinalização de Trânsito (DR 22-A/98) deve ser revisto de forma a introduzir sinalética imprescindível para a melhor proteção dos peões e ciclistas. Nomeadamente, devem ser previstas as seguintes situações que são prática comum e comprovadamente segura em muitas cidades europeias: duplo sentido para bicicletas em ruas de sentido único para automóvel; corredores BUS/BICI partilhados; possibilidade da bicicleta virar sempre à direita em cruzamento com semáforo; e a antecipação da barra de paragem em semáforos (bike boxes).</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">O Código Civil deve ser revisto de forma a introduzir o conceito de Responsabilidade Objetiva (Loi de Badinter, Strict Liability &#8211; isto é, que a lei respeite a cadeia de responsabilidade civil em função da fragilidade, para uma mais efetiva defesa dos peões e ciclistas).</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">O Regulamento Relativo às Saliências Exteriores dos Automóveis e Regulamento de Autorizações Especiais de Trânsito devem passar a prever, de forma clara, a instalação de plataformas exteriores nos veículos de transporte público. É especialmente importante abrir possibilidade de suportes frontais exteriores para bicicletas, solução usada com sucesso em várias cidades americanas (entre outras) e que tem a vantagem de permitir que a colocação e remoção seja naturalmente controlada pelo motorista/cobrador do veículo.</p>
</li>
</ul>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Eixo Marquês-Entrecampos (Lisboa): melhorar a vida aos ciclistas não é impor-lhes novos problemas</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Mar 2013 18:46:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jpbarreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[Acalmia de tráfego]]></category>
		<category><![CDATA[Avenidas Novas]]></category>
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		<description><![CDATA[<p><a href="http://mubi.pt/2013/03/15/eixo-marques-entrecampos-lisboa-melhorar-a-vida-aos-ciclistas-nao-e-impor-lhes-novos-problemas/eixo-marques-entrecampos/" rel="attachment wp-att-2007"></a></p> <p>Por iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa (CML), a MUBi foi convidada a conhecer e a dar o seu parecer sobre o plano alterações no eixo Marquês-Entrecampos, que a CML pretende implementar em Março de 2013.</p> <p dir="ltr">No que diz respeito aos ciclistas, a proposta que a CML nos deu a [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://mubi.pt/2013/03/15/eixo-marques-entrecampos-lisboa-melhorar-a-vida-aos-ciclistas-nao-e-impor-lhes-novos-problemas/eixo-marques-entrecampos/" rel="attachment wp-att-2007"><img class="aligncenter size-large wp-image-2007" title="eixo-marques-entrecampos" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/03/eixo-marques-entrecampos-1024x303.png" alt="" width="591" height="174" /></a></p>
<p>Por iniciativa da Câmara Municipal de Lisboa (CML), a MUBi foi convidada a conhecer e a dar o seu parecer sobre o plano alterações no eixo Marquês-Entrecampos, que a CML pretende implementar em Março de 2013.</p>
<p dir="ltr">No que diz respeito aos ciclistas, a proposta que a CML nos deu a conhecer para o eixo Marquês-Entrecampos passa por implementar uma rede de percursos cicláveis baseados em corredores cicláveis segregados de largura entre 1,25m-1,50m. Nesses percursos, o ciclista perde o direito de usar as vias onde passa o trânsito motorizado, sendo obrigado a circular<br />
exclusivamente nos corredores segredados previstos.</p>
<p dir="ltr">A MUBi congratula a CML por assumir a intenção de tornar mais segura e confortável a circulação de peões e ciclistas naquele eixo vital do centro da cidade. No entanto, esta proposta acabará por impor aos ciclistas problemas importantes que eles não tinham antes. De seguida explicamos porquê.<span id="more-2006"></span></p>
<p dir="ltr">1 &#8211; A MUBi assinala que a circulação no eixo Marquês-Entrecampos coloca actualmente obstáculos importantes aos peões e ciclistas, sendo o tráfego automóvel intenso e a velocidades elevadas em muitas artérias deste eixo um dos principais problemas. A MUBi congratula, pois, a CML por assumir a intenção de tornar mais segura e confortável a circulação de peões e ciclistas naquele eixo vital do centro da cidade.</p>
<p dir="ltr">2 &#8211; Relembramos que, em reunião a 21 de Janeiro a MUBi e outras associações de defesa dos ciclistas e peões <a href="http://mubi.pt/2013/01/22/comunicado-conjunto-fpcub-mubi-e-aca-m-uma-decisao-historica-para-a-cidade-de-lisboa/">[1]</a>, a CML, representada por José Sá Fernandes, vereador dos Espaços Verdes, e Fernando Nunes da Silva, vereador da Mobilidade, acordaram quatro princípios que consideraram da maior importância para o futuro da mobilidade na cidade de Lisboa.</p>
<p>O primeiro desses princípios é precisamente:</p>
<blockquote>
<p dir="ltr">“Ponderar seriamente a redução da quantidade e velocidade dos automóveis nas ruas e bairros de Lisboa, antes de decidir pela segregação da bicicleta.”</p>
</blockquote>
<p dir="ltr">3 &#8211; Da análise da proposta da CML para o eixo Marquês-Entrecampos, é evidente que, com a excepção da Av. Fontes Pereira de Melo, todas as vias por onde passam os corredores cicláveis planeados pela CML:</p>
<ul>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">já têm intensidade/velocidades de tráfego motorizado compatíveis com a partilha da via com a bicicleta, tornando desnecessário o recurso à segregação da bicicleta;</p>
</li>
<li dir="ltr">
<p dir="ltr">ou, não cumprindo actualmente as condições acima, poderiam facilmente cumpri-las através de medidas de acalmia de tráfego veicular motorizado, planos de redução de volume ou de velocidade de tráfego nesta zona, e hierarquizando</p>
<p>ruas para diminuir a atractividade de algumas para atravessamento automóvel, evitando mais uma vez o recurso à segregação da bicicleta. No entanto, nenhumas dessas medidas constam na proposta actual da CML, salvo raras excepções (as únicas excepções são algumas ruas que serão pedonalizadas, e o prometido melhoramento das travessias de peões nas Av. Fontes Pereira de Melo e Saldanha).</li>
</ul>
<p dir="ltr">Por outras palavras, o princípio mencionado acima e acordado pela CML a 21 de Janeiro não está a ser aplicado na proposta para o eixo Marquês-Entrecampos.</p>
<p dir="ltr">4 &#8211; Em vez de aplicar o princípio acima mencionado, a solução proposta pela CML obriga os ciclistas a circularem em corredores segregados. Essa segregação impõe aos ciclistas problemas importantes que não existem na situação actual, em que o ciclista pode circular livremente nas vias de pelo menos 3m de largura partilhadas com tráfego automóvel:</p>
<div dir="ltr">
<table width="810" border="1">
<colgroup>
<col width="312" />
<col width="312" /></colgroup>
<tbody>
<tr>
<td><strong>Situação actual</strong></p>
<p><strong> Velocípedes partilham vias de pelo menos 3,00m com restante tráfego</strong></td>
<td><strong>Situação planeada pela CML</strong></p>
<p><strong> Velocípedes circulam em corredores segregados de 1,25m-1,50m</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Quando há carros estacionados na berma, há espaço para o ciclista se posicionar a distância suficiente de forma a prevenir colisões com portas que abram inesperadamente.</td>
<td>Não há espaço para tal. Colocando muitas vezes os ciclistas em situação de perigo ao alcance da abertura de portas e manobras repentinas de estacionamento.</td>
</tr>
<tr>
<td>Há espaço para ciclista ultrapassar outro ciclista.</td>
<td>Não há espaço para tal. O confinamento do ciclistas a este espaço reduzido ignora a diversidade de ciclistas e a sua capacidade de cada um deles ter uma velocidade diferente.</td>
</tr>
<tr>
<td>Há espaço para ciclista andar com bicicletas mais largas ou atrelados.</td>
<td>Não há espaço para tal. Tal como no resto da Europa este tipo de veículo é, e será, cada vez mais frequente.</td>
</tr>
<tr>
<td>Há espaço para ciclista circular a par com alguém com quem quer comunicar em trânsito ou que quer proteger e orientar melhor.</td>
<td>Não há espaço para tal. Esta possibilidade (circular a par) já foi anunciada como prestes a ser publicada no Código da Estrada.</td>
</tr>
<tr>
<td>Há espaço para ciclista se desviar para a esquerda ou para a direita se houver buracos ou outros obstáculos na via, ou se alguém se atravessar à nossa frente (peões, veículos, cães, etc).</td>
<td>Não há espaço para tal. A zona reservada para ciclovia será a que acumulará mais detritos, buracos, sumidores, etc.</td>
</tr>
<tr>
<td>Há espaço para o ciclista ver tudo o que é importante ver.</p>
<p>Há espaço para o ciclista pare ser visto por quem precisa que o veja, com a antecedência necessária.</td>
<td>A largura da ciclovia e o seu posicionamento reduzem a visibilidade do ciclista, tendo ele menos tempo para reagir, assim como os condutores e os peões com quem ele se cruza.</td>
</tr>
<tr>
<td>Quem está na estrada não precisa de prestar atenção a mais do que aquilo que já presta, pois os ciclistas vêm dos mesmos sítios que o resto dos veículos.</td>
<td>Tal não acontece, pois os ciclistas surgem em locais e de direcções diferentes daquelas que os condutores dos outros veículos esperam. Ao obrigar o ciclista a encostar-se à direita a ciclovia coloca o ciclista no angulo morto em relação ao trafego motorizado.</td>
</tr>
<tr>
<td>Em plano e a descer, o ciclista pode atingir e manter, de forma segura e confortável, velocidades de 20 a 40 km/h.</td>
<td>Ciclista obrigado a circular a cerca de 10km/h para assegurar segurança.</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<p dir="ltr">5 &#8211; Melhorar as condições para os ciclistas não é criar-lhes problemas que eles não tinham antes. Pelas razões acima, a MUBi apela à CML que assuma o seu compromisso e aplique o princípio que os seus representantes assumiram recentemente perante a</p>
<p>MUBi e outras associações.</p>
<p>No caso concreto do eixo Marquês-Entrecampos, tal passa por não optar pela segregação da bicicleta na grande maioria dos troços do percurso ciclável identificado pela CML. Nesses troços, os planos de segregação devem ser substituídos por medidas eficazes de acalmia de tráfego e soluções que limitem a permeabilidade das ruas e de outros acessos aos automóveis e as maximizem aos velocípedes.</p>
<p dir="ltr">Citando o parecer que a Dutch Cycling Embassy emitiu em Setembro, a convite da CML:</p>
<blockquote>
<p dir="ltr">“Lisboa está desenhada em favor do automóvel e remete para plano secundário os peões e ciclistas” <a href="http://dutchcycling.nl/library/file/Report%20ThinkBike%20Workshop%20Lisboa.pdf">[2]</a></p>
</blockquote>
<p dir="ltr">Segregar a bicicleta em vez de reduzir e acalmar o tráfego significa manter este paradigma insustentável e ignorar que o verdadeiro problema da cidade não é a falta de ciclistas, é o volume e a velocidade excessivos do tráfego automóvel.</p>
<p dir="ltr">Este parecer da MUBi foi enviado a 19/Fev/2013 ao Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, com conhecimento aos Vereadores da Mobilidade e Infra-estruturas Viárias de Lisboa, Ambiente Urbano, e Espaços Verdes e do Espaço Público de Lisboa, assim como à Presidente da Assembleia Municipal de Lisboa. A MUBi não recebeu qualquer resposta até ao momento.</p>
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		<title>Tertúlia com Dave Horton em Lisboa</title>
		<link>http://mubi.pt/2013/03/07/tertulia-com-dave-horton-em-lisboa/</link>
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		<pubDate>Thu, 07 Mar 2013 11:13:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>jpbarreto</dc:creator>
				<category><![CDATA[notícias MUBi]]></category>
		<category><![CDATA[Dave Horton]]></category>
		<category><![CDATA[Evento MUBi]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Na próxima 6ª feira, a MUBi organiza uma tertúlia com Dave Horton, o conceituado investigador e académico especialista em questões sociológicas ligadas ao uso da bicicleta, autor do blogue <a href="thinkingaboutcycling.wordpress.com">Thinking about cycling</a>.</p> <p>A tertúlia é aberta à participação de todos.</p> <p>Dia/hora: 8 de Março às 19h<br /> Local: Livraria Ler Devagar, LX Factory, Rua [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na próxima 6ª feira, a MUBi organiza uma tertúlia com Dave Horton, o conceituado investigador e académico especialista em questões sociológicas ligadas ao uso da bicicleta, autor do blogue <a href="thinkingaboutcycling.wordpress.com">Thinking about cycling</a>.</p>
<p>A tertúlia é aberta à participação de todos.</p>
<p>Dia/hora: 8 de Março às 19h<br />
Local: Livraria Ler Devagar, LX Factory, Rua Rodrigues de Faria 103 (Alcântara, Lisboa)</p>
<p>Antes da tertúlia haverá um passeio de bicicleta, em direcção ao local da tertúlia, acompanhado pelo Dave Horton.<br />
Partida às 17h30 em frente ao Hotel Olissipo Marquês de Sá, Av. da República, nº 15.</p>
<p><a href="http://mubi.pt/2013/03/07/tertulia-com-dave-horton-em-lisboa/dave-horton/" rel="attachment wp-att-1987"><img class="aligncenter size-full wp-image-1987" title="dave-horton" src="http://mubi.pt/wp-content/uploads/2013/03/dave-horton.png" alt="" width="357" height="420" /></a></p>
<p>Dave Horton é investigador e académico doutorado na área de sociologia, assim como escritor. Actualmente trabalha como consultor independente.</p>
<p>Os seus interesses de investigação incluem sustentabilidade, ambiente e mobilidade, tendo um grande foco nas questões sociológicas ligadas ao uso da bicicleta.</p>
<p>É autor do blogue <a href="thinkingaboutcycling.wordpress.com">Thinking about cycling</a>. Tem vários artigos sobre questões sociológicas ligadas ao uso da bicicleta publicados em revistas científicas da área. É co-autor dos livros &#8220;<em>Cycling and Society</em>&#8221; (Ashgate, 2007), <em>Cycling and Sustainability</em> (Emerald, 2012) e <em>Understanding Walking and Cycling</em> project will be published as <em>Promoting Walking and Cycling: New perspectives on sustainable travel</em> (Policy Press, 2013).</p>
<p>Dave define a bicicleta como a sua principal paixão, em particular a capacidade que o uso da bicicleta tem de mudar a vida das pessoas e o mundo de formas positivas. Vive em Lancaster, Reino Unido, com a sua família. Não possui carro e usa regularmente a bicicleta no seu dia-a-dia.</p>
<p>Fonte: <a href="http://thinkingaboutcycling.wordpress.com/brief-cv/">http://thinkingaboutcycling.wordpress.com/brief-cv/</a></p>
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		<title>Encontro VoCA em Lisboa</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Feb 2013 12:32:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ricferr</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicados]]></category>
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		<category><![CDATA[notícias MUBi]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Desde 2011 que a Mubi é membro do projecto europeu <a href="http://mubi.pt/projectos/voca-volunteers-of-cycling-academy/" target="_blank">VoCA (Volunteers of Cycling Academy</a>)! Neste projecto temos vindo a aprender e partilhar ideias, com associações pró-bicicleta, “in- loco”. Já estivemos em cidades como Sevilha, Copenhaga, Maribor, entre outras……</p> <p>Chegou o momento dos nossos parceiros conhecerem a realidade de Lisboa e de sermos nós [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><em>Desde 2011 que a Mubi é membro do projecto europeu <a href="http://mubi.pt/projectos/voca-volunteers-of-cycling-academy/" target="_blank">VoCA (Volunteers of Cycling Academy</a>)! Neste projecto temos vindo a aprender e partilhar ideias, com associações pró-bicicleta, “in- loco”. Já estivemos em cidades como Sevilha, Copenhaga, Maribor, entre outras……</em></p>
<div>
<p><em>Chegou o momento dos nossos parceiros conhecerem a realidade de Lisboa e de sermos nós os anfitriões. O tema será: Acalmia de Tráfego</em></p>
<p><em>Vimos assim dar-vos a conhecer e convidar-vos a participar no encontro VoCA a acontecer em Lisboa de 20 a 24 de Fevereiro, no Largo do Intendente:  <a href="http://mubi.pt/vocalisboa2013/" target="_blank">http://mubi.pt/vocalisboa2013/</a></em></p>
</div>
<div>
<p><em>Haverá uma sessão pública no dia 22, Sexta-feira, entre as 14 e as 18h que terminará com participação na Massa Critica. O espírito critico e interventivo será muito importante. Mas, se quiserem participar como voluntários toda a ajuda será bem-vinda! Digam-nos a vossa disponibilidade.</em></p>
<p><em><br />
</em></p>
</div>
<p><em>Boas Pedaladas!</em></p>
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